terça-feira, 17 de março de 2020

ENTREVISTA: Ridalvo Felipe fala sobre suas lutas no Movimento Secundarista do Rio Grande do Norte, na década de 1990

Ridalvo Felipe de Lucena, trabalha desde os 17 anos, atualmente exerce as funções de comunicador, blogueiro, produtor de eventos esportivos, culturais e digital influencie nas redes sociais. Nesta entrevista, ele fala pela primeira vez, como foi a sua experiência e a trajetória na liderança dos estudantes de Natal.

SUA TRAJETÓRIA NO MOVIMENTO SECUNDARISTA?

Iniciei aos 15 anos de idade no movimento secundarista, na cidade Patos/PB, exatamente no ano de 1982, na Escola Estadual Pedro Aleixo, quando fui eleito presidente do Centro Cívico João Pessoa e em 1983, renunciei ao mandato, porque tive que me mudar para Natal/RN, por questões familiares.
Nos anos de 1983 a 1985, não pude continuar no movimento secundarista devido as condições financeiras. Mas durante esse período, me identifiquei muito com a militância jovem em prol do movimento das Diretas Já, que mobilizou Já no pais inteiro e sempre quando podia, participava das passeatas e atos a favor das Diretas Já nas ruas de Natal.

Em 1988, já com a maior idade, consegui um trabalho e muito feliz com o pais vivendo em plena democracia, me impulsionei a voltar ao movimento estudantil e daí, fui eleito presidente do Grêmio Estudantil Café Filho da Escola Estadual Winston Churchill.

No ano de 2000, participei no Colégio Atheneu, do Congresso da UMES, União Metropolitana de Estudantes Secundaristas de Natal onde fui eleito Presidente da UMES, pelos delegados que defendiam a unificação do movimento estudantil.

A nossa diretoria da UMES com o lema: “Lutar e Vencer”, foi a primeira Diretoria Legalizada em Cartório após o Regime Militar e atuou de 1990 a 1992.

Dando garantia ao processo democrático na entidade, realizamos o congresso da UMES e foi eleito a nova diretoria.

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