quinta-feira, 3 de março de 2016

Fórum vai propor modelo para enfrentamento ao Zika Vírus

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) realizaram o Fórum Regional dos Hospitais e Maternidades da Rede EBSERH do Nordeste no Enfrentamento ao Mosquito Aedes Aegypti e Microcefalia.

O evento aconteceu no auditório da Maternidade Escola Januário Cicco e contou com as presenças da reitora da UFRN, Angela Maria Paiva Cruz, do presidente da EBSERH, Newton Lima, e do superintendente da Januário Cicco, Kleber de Melo Morais. Palestraram o secretário municipal de saúde de Natal, Luiz Roberto Fonseca, o secretário estadual de saúde do RN, Ricardo Lagreca, e o representante do Ministério da Sáude, José Eduardo Fogolin. Os temas abordados envolveram o cenário do vírus zika /microcefalia na região Nordeste.

“84% dos casos de microcefalia associados ao vírus Zika estão no Nordeste. Uma situação dramática mas que ainda não temos e não sabemos o conjunto total de fatores, mas que temos a percepção que a situação tem raiz no mosquito. Ao final destes nossos debates, espero que terminemos com um modelo EBSERH para o enfrentamento desta questão através de um alinhamento de informações. Isso envolve, por exemplo, uma gestão da informação a respeito dos infectados: saber onde eles moram, qual o cotidiano dessas áreas, a alimentação. É um cuidado que o Governo Federal está fazendo questão de colocar em prática”, colocou Newton Lima durante a abertura do Fórum.
Em seu pronunciamento, a reitora da UFRN ressaltou que o papel das instituições tem que ser diferenciado, no sentido de produzir conhecimento para a solução de problemas vivenciados pela sociedade. “Essa é a nossa função: potencializar as nossas experiências para potencializar as ações e torná-las mais eficazes e eficientes”, destacou Angela Paiva.

A programação será concluída no período da tarde desta quinta-feira, 3, com uma oficina para formulação de proposta dos hospitais Universitários Federais para enfrentamento à microcefalia, especificamente nos eixos assistência, ensino e pesquisa.


Com informações de Wilson Galvão – ASCOM – Reitoria/UFRN

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